cap3_2fotos_boate_querosene_cubiculo (1)

O APOGEU E O DECLÍNIO DOS APARELHOS CLANDESTINOS DA REPRESSÃO

Em 1973, com o fortalecimento da atuação autônoma e clandestina do DOI-Codi (Destacamento de Operações e Informações ligado ao Centro de Operações de Defesa Interna) paulista na caçada aos últimos focos de resistência à ditadura, quadros residuais da AP (Ação […]

Continue lendo...
pau 2

O MAPA DA MORTE. CÁRCERES CLANDESTINOS DA DITADURA

Em uma quadra residencial do bairro Bom Fim, em Porto Alegre, um casarão em estilo neoclássico recebeu nos últimos 52 anos professores da rede estadual, idosos de uma

agitacao-no-campo-docs-rio_page_1

MOVIMENTO CAMPONÊS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO FOI MONITORADO PELA DITADURA

Depois de Pernambuco e da Paraíba, foi no Estado do Rio de Janeiro que as Ligas Camponesas mais se desenvolveu. Essa expansão ocorreu devido ao grau de radicalização

lapa

40 ANOS DA CHACINA DA LAPA. VÍDEO PRODUZIDO PELO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E MEMÓRIA

O episódio conhecido como Chacina da Lapa ou Massacre da Lapa aconteceu em um dia como este, no ano de 1976, resultando na morte de três dirigentes do

novembrada-jpg2

DOCUMENTOS DO SNI REVELAM VISÃO DA DITADURA SOBRE A NOVEMBRADA, EM FLORIANÓPOLIS

[gallery ids="25500,25501"] Dentro do palácio Cruz e Sousa, um ruído ganhou corpo ao ponto de se tornar enorme vaia. Escorado na sacada frontal do casarão, o presidente João Batista

tcc-nosso-tempo_page_2

JORNAL NOSSO TEMPO: UM MARCO DA RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA EM FOZ DO IGUAÇU

  JORNAL NOSSO TEMPO: UM MARCO DA RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA EM FOZ DO IGUAÇU CARLOS LUZ THAYS PETTERS tcc-nosso-tempo Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à União Dinâmica de Faculdades Cataratas - UDC, como parte dos

ebook_cidade_vermelha-1_page_1

CIDADE VERMELHA: A MILITANCIA COMUNISTA EM CAMOCIM

CIDADE VERMELHA: A militância comunista em Camocim – CE (1927- 1950). 2ª Edição Dissertação de Mestrado apresentada ao Departamento de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Prof.

marighella

PORQUE RESISTI À PRISÃO – CARLOS MARIGHELLA

Por que Resisti à Prisão "Por que resisti à prisão é composto de maneira interessante, pois começa por um fato concreto, que ele descreve com relevo palpitante: a sua

TRINTA CARTAZES DA MEMORIA POLÍTICA

Memória. Trinta Cartazes . Uma leitura da história por meio de cartazes. Os cartazes representam um documento histórico, uma vez que a memória é essencial na formação da identidade cultural individual

pensamento-acadc3aamico-01

A LUTA DOS ESTUDANTES PARA A CRIAÇÃO DA UNIOESTE ERA CONTROLADA PELA DITADURA

O jornal Pensamento Acadêmico, órgão de divulgação do Diretório Acadêmico 7 de julho, em sua primeira edição destacou a luta dos estudantes da antiga Facisa  para a criação