SÔNIA LAFOZ FOI MONITORADA PELOS SERVIÇOS DE ESPIONAGEM DO CHILE, BRASIL E DA EUROPA

No documento em anexo, o Ministério das Relações Exteriores do Chile, por meio da Dirección  de Relaciones Internacionales, Departamento Europa, solicitou em 17 de janeiro de 1974, que a Embaixada do Chile, em Brasília, levantasse informações sobre a então militante da VPR, Sônia Lafoz.

O telegrama cifrado enviado quatro meses após o golpe militar que derrubou o governo da Undade Popular, é assinado por Fernando Zegens, diretor da Direção de Relações Internacionais .

“A moça dos milhões de dólares
Sônia Lafoz, 61, parece ter dez anos a menos. Conserva o corpo ágil por meio da ginástica que faz todos os dias em Curitiba, onde mora com o marido e uma das filhas. No sofá de sua casa, levanta a calça com agilidade e diz: “Aqui ainda tenho essa marca de tiro. Levei três, os outros na virilha e na cabeça”. Fala isso com a naturalidade de quem morou quatro anos na clandestinidade, andando com uma pistola calibre 44.

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2 comentários

  1. José Carlos Asbeg disse:

    Solicito contato com Sônia Lafoz. Sou José Carlos Asbeg, cineasta e trabalho em filme documentário de longa metragem sobre a luta armada no período da ditadura civil-militar. A história da Sônia Lafoz é especial pelo fato de jamais ter sido presa, o que o filme gostaria de analisar com a própria personagem. Agradeço desde já qualquer ajuda que me coloque em contato com Sônia. Meu imeio: [email protected]. Meu telefone (21) 981 89 91 33.

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